Borboleta Literária: Entrevistas
Mostrando postagens com marcador Entrevistas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Entrevistas. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Entrevista: Julianna Costa


Olá Gente bonita é com grande satisfação que venho trazer mais uma entrevista, e dessa vez é com a autora do livro "Agnus Dei", nossa lindíssima Julianna Costa


01. Primeiramente nos fale um pouco sobre você. 
Eu sou pernambucana, mas morei boa parte da minha vida na Bahia. Por causa disso, eu acabei desenvolvendo um sotaque híbrido que me faz ser motivo de gozação nos dois Estados e no planeta novo que encontraram há uns anos atrás. Eu comecei a escrever assim que aprendi o B-A-Ba: Um livro de autoajuda escrito em folhas de papel A4 com ilustrações de uma Juju de 6 anos de idade. Uma obra prima. Pelo menos para o meu pai. De lá pra cá, eu nunca mais parei de rascunhar.

02. Você se inspira em outros autores pra escrever?
Nossa, são tantos! Mas se eu tivesse que escolher só um, eu diria Saramago. Não exatamente por causa do estilo em si, mas por causa do "método". Nas histórias de Saramago ele sempre pega um elemento completamente absurdo e surreal e traz ele pra realidade. É como se ele dissesse: "se você aceitar a possibilidade de que todas as pessoas do mundo ficaram cegas, ou que pessoas de uma determinada região pararam de morrer, isso aqui é o que aconteceria." Eu sempre tento colocar essa "realidade no absurdo" quando eu escrevo. Não sei se consigo (hahaha) mas é o que eu tento. 

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Entrevista com Victor Almeida


Gente devo confessar que sou fã do Victor Almeida, amei o livro "Juntos no Paraíso" e essa entrevista só me fez ficar mais afoita pra adquirir o novo livro "O tempo que nos falta".  

01. Primeiramente nos fale um pouco sobre você.
  Comecei com treze, talvez catorze anos, eu costumava escrever de madrugada, na época gostava de escrever aventuras, sabe? Caças ao tesouro, esse tipo de coisa. É uma boa forma de aprender, feliz ou infelizmente, os cadernos daquela época perderam-se. Sou de São Paulo, capital. Muitos criticam o fato de minhas histórias não se passarem aqui, mas não sei, acho que a gente precisa se afastar para observar o quadro inteiro. Os grandes livros sobre cidades foram escritos em geral no exílio.

02. Você se inspira em outros autores pra escrever?
  Essa é uma pergunta interessante, pois tudo que o escritor lê, de textos informativos sobre nanotecnologia até grandes obras como Os Miseráveis servem de inspiração. Mas se tivesse que escolher, seria Saramago, sou completamente apaixonado. Embora não acredite que seus livros interfiram nos meus, talvez, mas ai não cabe a mim analisar.

03. De onde surgiu a motivação para ser escritor?
  Não sei, é uma coisa que acontece, inicialmente eu queria emocionar as pessoas, mas isso não é suficiente, precisa ser algo mais profundo que eu não sei explicar. Mas tem dias que a gente simplesmente deseja que Clarice estivesse certa e os livros brotassem em árvores.

04. Alguém te influenciou?
Tudo, a vida, as histórias das pessoas, os livros que li. Não teve uma figura especifica.

05. Foi difícil conseguir publicar seu primeiro livro?
  Sim, o mercado brasileiro pode-se dizer que ainda está em crescimento e o público ainda é dominado pelos autores americanos, são poucos os autores que brasileiros que conseguem brigar com os importados em número de vendas e as editoras precisam sobreviver, não é culpa delas, totalmente, elas publicam o que vende mais, se vende mais estrangeiro publicam mais estrangeiro, se vende mais nacional publicam mais nacional, simples. Parte da culpa é dos autores também, tem muitos que esquecem que há alguém para ler depois de publicados. É um mercado, não podemos esquecer disso.

06. No que você se inspirou para escrever "Juntos no Paraíso"?
  Queria escrever uma história de amor, mas tinha que ser visceral em todos os sentidos. Minha editora enquanto lia a primeira metade achou um pouco piegas, meloso, mas essa era a idéia. O leitor tinha que sentir todo o amor presente naquela casa, naquele jardim. Só então ela estaria preparada para a segunda metade. E terminar o livro com uma lágrima e um sorriso. Não sei se aconteceu com você ou com quem já leu, mas deveria.

07. No que você se inspirou para escrever "O tempo que nos falta"?
  Esse livro nasceu da imagem de uma jovem muito bonita, que fumava sozinha em uma praça, era uma imagem bastante sensual. O eu a imaginei daqui a uns anos e a vi morrer, ironicamente, devido ao cigarro. E a frase que veio a minha mente foi: "se passasse o resto da vida ao seu lado não gostaria de perdê-la por algo tão banal quanto o cigarro". Entende? Se fosse um acidente ou uma doença, seria aceitável por ser algo inevitável, agora fumar é simples, basta parar e então ela poderá viver mais alguns anos ao meu lado. Tudo começou desse pensamento, assim surgiu Doralice. Mas não pensem que se trata de um livro moralizante ou antitabagista, afinal todas personagens fumam, cada uma pelo seu próprio motivo, no fundo é sobre perder quando temos a escolha de evitar.

08. Nos fale um pouco sobre suas obras?
  Será que eu já tenho uma obra? (risos) O que me interessa são histórias de amor, minhas personagens amam com todas as fibras de seus corações e também sofrem de uma nostalgia crônica, uma vontade de retornar a um lugar que já não existe há muito tempo, mas que elas acreditam ser o único lugar que podem ser felizes. O paraíso perdido.

09. Qual a sensação de ter um livro publicado?
  Primeiro é uma sensação de medo por não saber como os leitores vão receber seu livro, podem tanto amá-lo, como odiá-lo. Depois você sente um vazio, como se não tivesse mais o que escrever em um próximo livro. Por último você se sente feliz quando recebe um e-mail ou encontra um leitor dizendo que seu livro realmente o emocional, que afinal era o que pretendia, missão cumprida, o problema é que escrever é nunca estar satisfeito e logo começamos a pensar se o próximo também conseguirá emocionar alguém.

10. Já tem algum outro projeto em mente?
  Esporadicamente estou trabalhando em um projeto intitulado Havanna, que já foi comentado no meu site, porém não tenho data ainda para lançar ou terminar, planejo três volumes. E para o próximo ano (2013) quero terminar um livro sobre um amor anarquista, por enquanto é só o que eu posso dizer. Será que alguém ainda ouve Sex Pistols?

11. Onde podemos ter mais informações sobre você e suas obras?
  Existem diversas resenhas de "Juntos no Paraíso" espalhadas pela internet. E quem quiser informações mais detalhadas podem acessar www.victoralmeida.org

12. Obrigada pela entrevista! Espero que você continue publicando muitos e muitos livros, te dou a certeza que farei o possível pra ter todos na minha estante. Encerrando esta entrevista, gostaria de dizer algo aos leitores do blog Borboleta Literária?
  Eu que agradeço! E para os leitores do blog gostaria de dizer é para nunca abandonarem esse ato mágico que é a leitura. Não precisa ser com meus livros, pode ser qualquer um. Pois só assim poderemos mudar as injustiças presentes nesse país.

Skoob / Facebook / Compre 

E aí pessoal gostaram? Comentem aí o que acharam da entrevista e adicionem os livros do autor em sua estante no Skoob que logo teremos surpresas pra vocês!!!
Beijos e borboletas!!!

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Entrevista o com Robson dos Reis




01. Primeiramente nos fale um pouco sobre você.
Meu nome é Robson dos Reis, nasci em Brasília no ano de 1989 e, ainda hoje, moro na cidade. Passei a infância cercado de livros. Sempre gostei de ler, escrever e sonhar.
Aos quatorze anos escrevi meus primeiros contos, mas apenas aos dezesseis anos comecei a escrever poemas, os quais construíram o meu primeiro livro, Realidade Sonhadora.
Atualmente, sou formado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas e estudante de Música. Apesar das atividades diversificadas, ainda consigo tempo para continuar escrevendo.

02. Você se inspira em outros autores pra escrever? Se sim quais?
Apesar de ter um estilo próprio, me inspirei em alguns autores para a escrita de alguns de meus textos. Entre eles estão Clarice Lispector, Caio Fernando Abreu, Machado de Assis, José Saramago, Fernando Pessoa, etc.

03. De onde surgiu a motivação para ser escritor?
Gosto de escrever desde criança. Escrevia sobre tudo, sobre alguém, sobre um sentimento, sobre um acontecimento... A partir daí, não parei de escrever. Criei um blog para expor meus poemas, contos e pensamentos, participei de vários concursos literários e comecei a atuar como colunista de alguns sites.

04. Alguém te influenciou? Quem?
Na verdade, não tive influências para começar a escrever e me tornar escritor, mas sim um grande incentivo por parte da família, de amigos, de professores. Escrever é um dom que cresce na alma, no coração.

05. Porque você gosta de escrever?
É difícil responder a essa pergunta. Gostar de escrever é natural em mim. Gosto de ter tudo escrito, gosto de escrever para relembrar o que passou ou para imaginar o que pode acontecer, é como viajar no tempo.

06. Você utiliza algum material como referência para escrever, ou é pura e simplesmente inspiração momentânea?
Costumo dizer que o tempo é a minha maior inspiração. Normalmente, sinto inspiração de repente, com a chuva que cai, com as pessoas que passam por mim, com um acontecimento feliz ou triste... daí basta uma caneta e um pedaço de papel. Também gosto de ouvir música enquanto escrevo, faz com que eu sinta uma interação com o que estou escrevendo.

07. O que você mais gosta nas suas histórias?
Gosto muito das idas e vindas através do tempo que crio através dos meus pensamentos. Isso faz com que eu entre em devaneios, me desligo do mundo real.

08. No que começar a escrever afetou na sua vida?
Começar a escrever foi muito positivo para minha vida. Em todas as áreas que atuo, vejo que a escrita tem me dado muitas facilidades. Não consigo me imaginar sem gostar de escrever, faz parte do que sou.

09. Qual foi o seu primeiro livro publicado?
O livro Tempo de Papel foi o meu primeiro livro publicado, apesar de já ter escrito o livro Realidade Sonhadora como projeto para a escola. O livro Tempo de Papel foi lançado este ano e contempla tanto poemas do livro Realidade Sonhadora como poemas do blog Tempo de Papel.

10. Atualmente, tem quantos publicados?
Apenas o livro Tempo de Papel foi publicado oficialmente.

11. Qual a sensação de ver um livro publicado?
É incrível! É a realização de um sonho. Não imaginava que seria assim um dia, sinto orgulho de mim mesmo. Fiquei muito feliz quando peguei o meu primeiro exemplar... fico sem palavras para expressar tudo o que senti. E é gratificante saber que outras pessoas gostaram do que escrevi, ver que o meu livro está em lugares onde eu nem imaginava que estaria.

12. Quando começou a escrever e quando você percebeu que queria escrever?
Comecei a escrever contos aos quatorze anos por incentivo de professores. Aos dezesseis anos, despertei o gosto por poesia e, por receber muitos elogios e convites para escrever para alguns eventos da escola, comecei a perceber que eu podia ir além.

13. Espera publicar outros?
Sim, espero publicar muitos outros livros e contribuir com a literatura brasileira.

14. Acha que a internet é um bom meio de divulgação?
Com certeza. Foi através da internet que tive maior parte da divulgação do meu trabalho. Hoje, com a facilidade de acesso à internet por meio da população, se torna mais fácil a divulgação de novos escritores, poetas, músicos e outros artistas.
15. Onde podemos ter mais informações sobre você e suas obras?
Todas as informações sobre mim e minhas obras estão centralizadas no blog Tempo de Papel: http://tempodepapel.com.br/. No blog estão os links para as redes sociais e informações para contato e de venda do livro Tempo de Papel.

16. Nos fale um pouco sobre alguma de suas obras.
O livro Realidade Sonhadora e o livro Tempo de Papel possuem estilos bem parecidos, apesar de terem sidos escritos em épocas diferentes. Em ambos, eu escrevo sobre sentimentos, lembranças, sonhos, alegrias, tristezas... Mas, no Tempo de Papel, vejo que eu tive um maior amadurecimento na escrita, uma maior explanação de tudo o que me inspira. Nele escrevi sobre o mundo, sobre o tempo... fui além do que existia apenas em mim. Alguns poemas do Realidade Sonhadora foram adaptados para o Tempo de Papel e, foi com isso, que percebi essa diferença. O primeiro poema do livro Tempo de Papel se chama Brand New Start (Novo Começo, em português), que representa o começo de um novo estilo de poesias, de novos pensamentos, novos sonhos… que são compartilhados com o mundo todo.

 Obrigada pela entrevista! Espero que você continue publicando muitos e muitos livros. Encerrando esta entrevista, gostaria de dizer algo aos leitores do blog Borboleta Literária?
Primeiramente, gostaria de agradecer a equipe do blog Borboleta Literária pelo interesse e divulgação do meu trabalho. E, aos leitores do blog, foi um prazer partilhar um pouco sobre mim e sobre minhas obras com vocês.  Deixo aqui o meu incentivo para aqueles que querem se tornar escritores. Saibam que não é fácil se tornar escritor, publicar um livro, mas, como eu já disse, escrever é um dom, e, se você o possui, faço-o crescer cada vez mais.. é essa vontade que irá fazer com que você sonhe e transforme tudo isso em realidade. Um grande abraço a todos.
Robson dos Reis

*********************************************************************************************
Como podem ver pessoal O Robson Reis é apaixonado pelo que faz.  
Então que tal conhecer o trabalho dele?


Até a próxima pessoas lindas!!
Beijos e borboletas